ALEXANDRE SILVEIRA CRIA PSD AFRO EM MINAS GERAIS

ALEXANDRE SILVEIRA CRIA PSD AFRO EM MINAS GERAIS

Promoção da igualdade racial e da inclusão social a fim de garantir maior representatividade nos quadros do PSD de Minas Gerais. Esses foram os principais objetivos da criação do PSD Afro em ato protagonizado pelo presidente estadual da legenda, Alexandre Silveira, no dia 7 de junho de 2021, na sede do partido, em Belo Horizonte. Em seguida, ele empossou a coordenação, que ficará com Marlúcio Cássio da Silva, e Diogo Henrique, na vice-coordenadoria.

“Todos somos iguais. É inadmissível que, em peno século XXI, ainda tenhamos tantos casos de racismo e falta de oportunidade para a comunidade afro. Há todo um contexto histórico que precisa ser respeitado. Além do mais, quem conhece a nossa história, admira o espírito aguerrido e contributivo do povo afro para nossa nação”, afirmou Alexandre Silveira. Segundo ele, foi pensando nisso que o PSD Afro foi criado no PSD Minas Gerais; para dar voz e vez aos negros dentro de um partido político com tantas lideranças e para que sejam discutidas políticas públicas efetivas de inclusão e igualdade.

O coordenador do PSD Afro explicou que o foco será discutir políticas públicas voltadas para as causas raciais e buscar por igualdade de direitos e oportunidades. “Teremos um trabalho ativo e participativo voltado para a informação das pessoas e a participação efetiva do negro no processo eletivo. A representação negra no parlamento é muito aquém. Precisamos trabalhar para termos mais representatividade no processo político brasileiro. Sabemos da grande responsabilidade, mas o PSD está atento quanto à importância da representatividade e tenho certeza que, juntos, irmanados a todas a todas lideranças que temos, nos níveis municipal e estadual, vamos abrindo espaços”, afirmou Marlúcio Cássio.

Na visão do vice-coordenador do movimento, é preciso debater de maneira séria e sem extremismos políticas públicas para o segmento. “Fico honrado de participar desse projeto e ser um representante da juventude negra e periférica na política Mineira”, disse Diogo Henrique.