O caminho do equilíbrio

O caminho do equilíbrio


Todas as vezes em que o Brasil enfrenta uma crise e precisa se reinventar, o Brasil se volta para Minas. E Minas sempre corresponde.
O Manifesto dos Mineiros, lançado exatamente há 78 anos, em 24 de outubro de 1943, dizia: “Minas não seria fiel a si mesma se abandonasse sua instintiva inclinação para sentir e realizar os interesses fundamentais de toda a nação”.
Hoje, Minas não seria fiel a si mesma se abandonasse a sua inclinação instintiva de buscar o diálogo, o entendimento, a serenidade, o equilíbrio nesse momento em que a pátria se encontra fraturada pela polarização política.
E Minas se manifesta cedendo ao Brasil a sua maior revelação de homem público, um líder forjado no respeito às leis e ao Estado de Direito; (e não tem lhe faltado, amigo, coragem para defender NOSSA democracia contra arroubos autoritários). Rodrigo já estreou na política ganhando o respeito das mais diversas correntes ideológicas graças à sua disposição de, como dizia o manifesto, “realizar os interesses fundamentais de toda a nação”.
Minas se manifesta emprestando ao Brasil a juventude e a maturidade do nosso Rodrigo , o presidente do Congresso Nacional que liderou o legislativo brasileiro numa das mais graves crises sanitárias da nossa história, a pandemia de coronavírus.
Numa época em que a verdade é contestada a todo o tempo pelas fake news, Rodrigo Pacheco fez valer sua autoridade em defesa da ciência e da vida, ajudando o país a combater a pandemia com serenidade e firmeza.
Foi eleito com o apoio de políticos das mais diferentes correntes ideológicas. E conduz a sua gestão no Senado com serenidade, sendo respeitado por todos, exatamente pela capacidade de ver e colocar o bem comum acima de quaisquer outros interesses .
Já conhecia Rodrigo Pacheco de longa data, um dos profissionais do Direito mais respeitados e competentes do Brasil, apesar de muito jovem. Mas nos últimos meses, como diretor jurídico do Senado, tive o privilégio de conviver muito de perto, e diariamente, com Rodrigo Pacheco. E sou testemunha da sua capacidade intelectual, do seu espírito público, da sua força, de sua indignação com as injustiças sociais, do seu interesse em servir e de sua disposição de trabalhar por um Brasil mais justo, mais solidário e menos desigual.
Por isso, para mim, como presidente do PSD em Minas Gerais e secretário-geral do partido no país, é uma honra recebê-lo, Rodrigo, em nossos quadros.
E sei também que é uma honra para o nosso presidente, Gilberto Kassab. Pude acompanhar de perto o esforço diuturno do nosso presidente para trazer para o PSD uma liderança do quilate do senador Rodrigo Pacheco. Como um dos políticos mais experientes no Brasil, chamado oráculo da política nacional, Kassab enxergou no senador mineiro o líder capaz de dar uma contribuição inestimável ao nosso país.
Lembro que o PSD, com Juscelino Kubitschek, foi o partido que fez o Brasil olhar para dentro de si mesmo, caminhando para o interior sonhando em diminuir desigualdades através do desenvolvimento.

Agora, mais uma vez, é preciso entender que o Brasil é muito mais diversificado e plural do que querem fazer crer aqueles que acham que a política só tem dois lados. TEMOS UM ÚNICO POVO, O BRASILEIRO.
O nosso país é um mosaico cheio de cores e significados. Mas é preciso alguém com visão de estadista para enxergar toda essa riqueza.
Minas, que é um estado de muitas faces – Há muitas Minas, segundo Guimarães Rosa – tem essa diversidade em si e talvez por isso, de tempos em tempos, um político mineiro seja chamado a ajudar o Brasil sempre que a visão se torna limitada. Quando a visão fica curta, é preciso subir nas montanhas para enxergar à frente.
E Rodrigo Pacheco tem em si a história e a tradição de Minas e dos políticos mineiros para esse momento tão delicado da vida nacional. Num país ensurdecido pelos gritos da polarização, ele consegue se fazer ouvir pela voz da ponderação, do equilíbrio, da serenidade, do diálogo.
Seja bem-vindo, senador Rodrigo! Não faltarão homens e mulheres de coragem ao seu lado para ajudá-lo nesse momento da nossa história.


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